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Sexo Anal - Uma Novela Marrom

Em "Sexo Anal - Uma novela marrom" uma jornalista descobre as delícias do sexo anal ao mesmo tempo em que é escalada para cobrir - junto a um jornalista policial experiente - um crime bárbaro de estupro e morte. Em paralelo, seu namoro vai mal por conta do assédio de um médico bem-sucedido. Seu namorado conhece uma garota virgem de 23 anos que sofreu um abuso sexual na pré-adolescência e se interessa por ela. Uma homossexual, amiga de faculdade da jornalista - e apaixonada por ela -, faz de tudo para afastar os dois. O livro procura aproximar do romance da idéia de "jornalismo marrom" que explora a violência e o sexo.

E-book brasileiro mais baixado, com cerca de 20.000 downloads, teve uma edição comemorativa em pocket book pelos 10.000 downloads pela editora OsViraLata (www.osviralata.com.br). A história desse livro, que foi rejeitado por 16 editoras, pode ser conferida aqui.

Virgínia Berlim - Uma Experiência

A pequena editora paulistana OsViraLata decidiu publicar esse pequeno livro de Biajoni, quase um conto, que é uma experiência sensorial, já que deve ser lido acompanhado de um CD com músicas escolhidas pelo autor como “trilha sonora”. A edição de 200 exemplares esgotou-se rapidamente e não há previsão de nova edição.


Buceta - Uma Novela Cor-de-Rosa

A sequência de “Sexo Anal” é uma aventura policial com travestis. A apresentação é de Pedro Doria.

"É: o título chama logo a atenção.
O Bia tem jeito para isso. Talvez jeito não seja bem a palavra. É falta de vergonha na cara, mesmo. Tasca esses títulos, Sexo Anal – seu primeiro -, agora Buceta, sabe que vai arrancar um sorriso capcioso do leitor logo assim, na capa. Mesmo que não o convença da compra, vai fazê-lo piscar. Cogitar.
Não sou eu quem vai lhe estragar a surpresa, leitor. Mas a buceta do título não é exatamente aquela. Quer dizer: é. Mas não é exatamente.
Esse é um mérito do Bia. Como nos melhores romances policiais, nada é nunca exatamente o que parece ser. Mas há mais do que isso. Depois de algumas páginas, o cenário começa a se destacar. Leitor, prepare-se para mergulhar nesse mundo promíscuo, cínico, corrupto, às vezes nojento mas também incrivelmente ingênuo que é o do Brasil do interior. Não o Brasil rural: mas o Brasil das médias cidades, aquelas em que todos se conhecem de vista.
Ou, ao menos, imaginam se conhecer.
O Bia conhece esse Brasil no qual vivem a maioria dos brasileiros, segundo o IBGE. Sente-lhe a pulsação. Conhece suas manhas. Somos, todos, um pouco personagens do Bia. E por mais abjetos que sejam eles todos, os personagens, no fundo, no fundo, dá uma vontade de perdoar-lhes quase todos por seus pecadilhos.
Quase todos.
O Bia é um otimista. Se ele estiver certo, de perto não somos lá muito bonitos. Mas temos salvação.
Não há escritor no Brasil de hoje que descreva este lado do país como Luiz Biajoni."

Infelizmente, logo depois que o livro saiu a editora fechou as portas e não há segunda edição.

Elvis & Madona - Uma Novela Lilás

O cineasta Marcelo Laffitte convidou Luiz Biajoni para romancear seu argumento e roteiro (vencedor do Festival de Cinema do Rio de Janeiro/2010). Biajoni subverteu a história, transformando num romance policial a história de amizade e amor entre um travesti e uma lésbica em Copacabana. O filme tem Igor Cotrim, Simone Spoladore, Maitê Proença, Buza Ferraz, José Wilker e grande elenco.

O livro vem ganhando grande destaque na mídia e pode ser encontrado aqui.

Um pouco mais sobre o livro aqui.